3ª Etapa
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3ª Etapa / Santarém - Castelo Branco / 194,1 Km / 3 agosto
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Apresentação 3ª Etapa
Santarém

História 

Pré-História e Mundo Antigo (século X a. C. - V d. C.)

As teorias tardo-renascentistas que associam a fundação de Santarém ao nome do fundador mítico de Tartessos (o herói Habis) são inaceitáveis à luz dos conhecimentos actuais. A arqueologia demonstra-nos que a primeira “estrutura urbana” do povoado remonta ao Bronze final.

A população de Moron, culturalmente identificada com as civilizações mediterrâneas, foi subjugada pelos colonizadores romanos quando estes tomaram o castro, ficando este acontecimento inscrito para sempre na história local. Desconhecendo o significado da(s) palavra(s) indígena(s) Sqlab, os escritores romanos interpretaram-na como um topónimo e latinizaram-na sob a forma deScallabis. Por este nome a cidade viria a ser conhecida durante todo o Mundo Antigo, quer nas fontes escritas, quer epigráficas.

De um entreposto comercial no Tejo médio, Scallabis adquiriu o estatuto de uma colónia cesariana nos finais do séc. I a.C., transformando-se rapidamente, pela sua localização geográfica, num importante centro administrativo.

A partir do século III d.C. a colónia romana de Scallabis retrai-se, face à importância crescente de Olissipo (Lisboa). Por essa altura o Cristianismo propagou-se no seu território, dando provavelmente origem a um pequeno bispado, constituído por altura da divisão do Império por Constantino.

 

Período Medieval (séculos V-XV)

A tomada de Santarém por Sunerico, em 460, dita o fim da dominação romana, abrindo caminho para a inclusão da cidade no reino visigodo, com capital em Toulouse.

É admissível que a civitas hispano-romana tenha mantido uma relativa autonomia, quer política, quer religiosa.

Os quatro séculos de ocupação islâmica (sécs. VIII-XII) fizeram renascer o papel estratégico-militar e económico do lugar. Desta nova realidade beneficiaram os monarcas portugueses, desde a conquista definitiva por Afonso Henriques, em 15 de Março de 1147.

A importância de Santarém desde o século XII documenta-se por inúmeros privilégios que constam nos seus forais e reflecte-se nos seus quinze e mosteiros e cerca de quarenta ermidas, dois paços realengos e vários palácios e solares da melhor nobreza do reino, distribuídos pelas suas quinze paróquias urbanas. O seu número e relevância testemunham uma opulência artística e cultural sui generis à escala do território português, ombreando com importantes metrópoles europeias.

A centúria de Quatrocentos marca o auge da vila de Santarém. Com D. João I e a "ínclita geração" foram preparadas com grande sigilo, no Paço Real da Porta de Leiria, as expedições a Ceuta e a Tânger. Porém, a morte do infante D. Afonso, em Alfange (1491), como que anuncia um longo período de estagnação.

 

Período Moderno (séculos XV-XVIII)

 Num contexto em que Lisboa reforçava o seu papel de verdadeira capital e centro da nação, a Santarém quinhentista vai assumir-se como pólo regional a nível económico e cultural.

O apoio local dado a D. António, prior do Crato, na sucessão do trono de Portugal, implicou algumas represálias por parte de Filipe II de Espanha, tendo o monarca castelhano desembarcado na Ribeira de Santarém em 1581. Não obstante os sinais de descontentamento face ao domínio estrangeiro, a vila é ainda visitada por Filipe III de Espanha, em 1619.

Por volta do segundo quartel de Seiscentos notam-se grandes inquietações na vida da urbe, indiciadoras de um sentimento de revolta popular: há notícia de motins em 1629, 1636 e 1637.

A insegurança social e o agravamento da situação económica que estão na origem da Restauração da monarquia portuguesa, em 1 de Dezembro de 1640, tiveram junto aos paços do concelho um importante episódio: Fernão Teles de Menezes, 1º conde de Unhão, lidera os conjurados e procede à aclamação de D. João IV como Rei de Portugal. A acção deste nobre, descendente de Vasco da Gama, marcou de resto toda a história da urbe da 2ª metade do século XVII, tendo este período ficado conhecido, na história local, como "século do Conde de Unhão".

Sob os auspícios da monarquia brigantina uma nova cidade vai nascer, influenciada pelas ideias do catolicismo tridentino, pelas correntes estéticas do maneirismo e pelas iniciativas públicas do Conde de Unhão. Em consequência deste renascimento, edificam-se novos edifícios religiosos, dá-se um importante surto de ressurgimento de confrarias e a estratificação social atinge o seu auge.

 

Período Contemporâneo (séculos XVIII-XX)

O terramoto de 1755 e os conflitos armados em que Portugal se envolveu no século XVIII acabaram por reflectir-se na estrutura de uma povoação que respirava ainda muitas das características da sua vivência medieval. O envelhecimento das muralhas, a inexistência de locais de aquartelamento e de cavalariças e de modernos espaços de assistência obrigou a um esforço notável de adaptação.

Durante o século XIX Santarém veste-se de roupagens românticas. Em 1868 a vila adquire o estatuto de cidade e esta nova categoria implicou a modernização do seu território, traduzida a nível das infraestruturas básicas e dos equipamentos lúdico-culturais.

Novas elites sociais, de pensamento anti-clerical e progressista, marcavam a cidade e as suas influências. Exigia-se uma ‘cidade aberta’ e sob este pretexto o camartelo municipal passaria a sacrificar ao progresso vários edifícios que haviam resistido à fúria dos exércitos napoleónicos.

 

 

 

 

Castelo Branco

Não é clara a história da fundação de Castelo Branco, mas sabe-se que a região já é habitada desde o Paleolítico - como comprovam as escavações arqueológicas de 2008, realizadas na zona do Castelo, que revelaram artefactos datados da Pré-história.

Depois da Reconquista, em 1165, D. Afonso Henriques faz doar à Ordem do Templo - doação depois confirmada pelo seu filho, D. Sancho I, em 1198 - toda esta região da Beira para povoamento e defesa dos ataques dos infiéis.

Mais tarde, já no século XIII, surge um documento de doação aos Templários de uma herdade designada de Vila Franca da Cardosa, emitido por um nobre de nome D. Fernando Sanches. Esta propriedade compreendia, entre outras, as terras de Castelo Branco. No ano seguinte, o Papa Inocêncio III confirma a régia doação, afirmando que os Templários tinham fundado, na fronteira dos mouros, uma vila e fortaleza, no sítio da Cardosa, a que eles deram o nome de Castelo Branco.

O primeiro foral é dado à Vila de Castelo Branco, pelo então Mestre da Ordem do Templo, D. Pedro Alvito, durante a primeira metade do século XIII. A partir dessa altura, a vila parece ter rapidamente adquirido importância, pois terá sido inclusivamente escolhida para a realização de vários capítulos da Ordem do Templo. Com a extinção dos Templários e a passagem dos seus bens para a Ordem de Cristo, foi instituída em Castelo Branco uma comenda dessa mesma Ordem, com residência de comendadores e jurisdição em outras comendas.

No decurso do século XIII, Castelo Branco, cuja vida até então se desenrolava intramuros, vai ter um considerável desenvolvimento. Deste modo, em 1285, quando D. Dinis visita a vila, em companhia da Rainha Santa Isabel, percebe que as muralhas constituíam um obstáculo à sua expansão. A obra de alargamento será concretizada já no reinado seguinte, ordenada por D. Afonso IV em 1343.

A expansão e desenvolvimento da vila são reconhecidos por D. Manuel I, em 1510, que durante uma visita lhe concede um novo foral. Em 1535, já no reinado de D. João III, é-lhe atribuído o título de Vila Notável. Nesta altura regista-se também um consistente aumento populacional. Com efeito, entre 1496 e 1527, crescem mais de 60 por cento os principais núcleos habitacionais [de toda a Beira Interior], com destaque para a Guarda, Castelo Branco e Covilhã. Tal aumento de população fica a dever-se, sobretudo, à fixação de judeus sefarditas fugidos de Espanha, expulsos pelos Reis Católicos.

A atividade comercial da comuna judaica consolida uma base económica que vai permitir, mesmo após o decreto de expulsão dos judeus do País, em 1496, um grande volume de construção. Com efeito, é neste período que é fundada a Misericórdia e são construídos os conventos dos frades Agostinhos (1526), dos Capuchos (1562) e a Igreja de São Miguel, atual Sé. Já nos finais do século, o bispo da Guarda, D. Nuno de Noronha, ordena a edificação do Paço Episcopal, um belo palácio rodeado de jardins.

A elevação a Cidade aconteceria em 1771, por decisão de D. José I.

 

 

 

Mapa
Percurso
3ª Etapa / 3éme Etape: Santarém / Castelo Branco - 194,1 Km Check
Alt. Percurso / Parcours » Km Km » 38 km/h 40 km/h
Concentração/Rassemblement: Santarém - Av. D. Afonso Henriques (Campo Emilio Infante da Câmara)
10:20 10:20
Partida Simbólica / Départ Fictif: Santarém - Av. D. Afonso Henriques (Campo Emilio Infante da Câmara) 7.5 12:20 12:20
Largo Cândido dos Reis em frente p/ Av. do Brasil, Rotunda do Círculo Cultural Scalabitano à esq. p/ Av. José Saramago, Rotunda à dta. p/ Rua Álvaro Cunhal, Rotunda à dta. p/ Rua Actriz Alda Rodrigues, Rotunda à dta. p/ Av. Bernardo Santareno, À esq. p/ Rua Alexandre Herculano, Rotunda à dta. p/ Cmte José Carvalho, Rotunda em frente p/ Estação Ferroviária, ponte D. Luis I, N114
20 Partida Real / Départ Réel: N114 - Tapada (junto ao Semáforo do Complexo Desportivo)
0 194.1 12:35 12:35
23 Almeirim, semáforos à esq. p/ Alpiarça, N118
3.3 190.8 12:40 12:39
30 Rotunda em frente p/ Alpiarça
4.1 190 12:41 12:41
22 Concelho de Alpiarça 5.3 188.8 12:43 12:42
21 Gouxaria 6.2 187.9 12:44 12:44
24 Rotunda (Barragem) em frente - Alpiarça (placa), N118
8.9 185.2 12:49 12:48
27 Meta Volante - Alpiarça (junto ao Águias de Alpiarça)
10.2 183.9 12:51 12:50
39 Rotunda em frente p/ Chamusca
12.2 181.9 12:54 12:53
32 Freguesia de Vale de Cavalos 14.3 179.8 12:57 12:56
24 Vale de Cavalos, N118 16.6 177.5 13:01 12:59
25 Separadores (Chouto) em frente, N118
23.1 171 13:11 13:09
21 Chamusca 24.8 169.3 13:14 13:12
27 Freguesia de Pinheiro Grande 28.5 165.6 13:20 13:17
36 À esq. p/ Golegã - Ponte, N243
29.9 164.2 13:22 13:19
26 Concelho da Golegã 31.2 162.9 13:24 13:21
25 Golegã, rotunda em frente p/ Entroncamento
33 161.1 13:27 13:24
25 Rotunda em frente p/ Riachos - Torres Novas, N243
34.3 159.8 13:29 13:26
25 Rotunda em frente p/ Riachos
34.7 159.4 13:29 13:27
29 Riachos, rotunda à esq. p/ centro
37.2 156.9 13:33 13:30
32 À dta. p/ Ponte s/ Linha Férrea
37.4 156.7 13:34 13:31
33 À dta. p/ Riachos (centro)
37.8 156.3 13:34 13:31
27 Rotunda (Carro de Bois) em frente p/ Torres Novas, N243
38.9 155.2 13:36 13:33
29 Rotunda (Bois) em frente p/ Torres Novas
40.7 153.4 13:39 13:36
33 Bairro do Nicho 41.7 152.4 13:40 13:37
31 Rotunda à dta. p/ Entroncamento, N3
42.1 152 13:41 13:38
57 Botequim 43.4 150.7 13:43 13:40
49 Concelho do Entroncamento, N3 44.3 149.8 13:44 13:41
41 Rotunda (Chaimite) em frente - Entroncamento (placa)
45.4 148.7 13:46 13:43
50 Rotunda (Jeep Bombeiros) à esq. p/ centro, N3
46.7 147.4 13:48 13:45
48 Rotunda em frente p/ Viaduto s/ Linha Férrea
46.8 147.3 13:48 13:45
32 Rotunda à esq. p/ Vila Nova da Barquinha, N3
47.8 146.3 13:50 13:46
31 Rotunda à dta. p/ Vila Nova da Barquinha
48 146.1 13:50 13:47
42 Separadores (IC3) em frente p/ VN Barquinha - Concelho de V. N. Barquinha
48.4 145.7 13:51 13:47
37 Rotunda em frente p/ Abrantes, N3
48.8 145.3 13:52 13:48
45 Rotunda em frente p/ Abrantes
50.2 143.9 13:54 13:50
31 Tancos 53.1 141 13:58 13:54
37 Passagem de nível / Passage à niveau
53.7 140.4 13:59 13:55
80 Regimento de Tropas Páraquedistas 56.3 137.8 14:03 13:59
46 À dta. p/ Constância - Ponte s/ Rio Zêzere
59 135.1 14:08 14:03
49 À dta. p/ Abrantes - Constância (placa)
59.2 134.9 14:08 14:03
57 Rotunda em frente p/ Montalvo - Abrantes, N3
60.8 133.3 14:11 14:06
66 Separadores (A23) em frente - Ponte s/ A23
65.4 128.7 14:18 14:13
64 À dta. p/ Abrantes, N3
65.7 128.4 14:18 14:13
33 Rio de Moinhos 68.5 125.6 14:23 14:17
72 Abrançalha 70 124.1 14:25 14:20
63 À dta. p/ Abrantes - Abrantes (placa)
70.6 123.5 14:26 14:20
125 Meta Volante - Abrantes (junto ao Regimento Militar)
71.7 122.4 14:28 14:22
126 Rotunda (Regimento) à esq. p/ Alferrarede, Av. D. João I
71.8 122.3 14:28 14:22
84 Rotunda à esq. p/ Alferrarede, Av. D. João I
73.2 120.9 14:30 14:24
51 Rotunda (Olival) em frente p/ Alferrarede
73.8 120.3 14:31 14:25
53 À dta. p/ Alferrarede (centro) - Mação, N3
74 120.1 14:31 14:26
51 À esq. p/ Mação - Mouriscas, N3
74.4 119.7 14:32 14:26
47 Passagem de nível / Passage à niveau
75.3 118.8 14:33 14:27
52 Alferrarede Velha, N3 75.7 118.4 14:34 14:28
45 Barca do Pego 76.7 117.4 14:36 14:30
47 Ponte - Freguesia de Mouriscas
80.7 113.4 14:42 14:36
151 Mouriscas, N3 83.4 110.7 14:46 14:40
178 Em frente p/ Mação, N3
85.1 109 14:49 14:42
98 Ponte - Concelho de Mação Início subida / Début col
88.4 105.7 14:54 14:47
250 PM 4ª cat. / Col 4ème cat. - Penhascoso
92.7 101.4 15:01 14:54
255 À dta. p/ Mação, N3
94 100.1 15:03 14:56
247 Pela esq. p/ Mação, N3 94.2 99.9 15:03 14:56
244 Mação 97.4 96.7 15:08 15:01
249 Rotunda à esq. p/ Mação (centro)
97.5 96.6 15:08 15:01
254 Em frente p/ Av. Dr. Francisco Sá Carneiro - Escola
98.3 95.8 15:10 15:02
272 Rotunda à esq. p/ Av. Francisco Sá Carneiro - Piscinas Zona verde / Zone vert Abertura Abastecimento / Zone Ravitaillement
98.6 95.5 15:10 15:02
283 À dta. p/ Av. Vicente Mendes Mirrado
99.3 94.8 15:11 15:03
285 Rotund em frente p/ Av. Mendes Mirrado
99.5 94.6 15:12 15:04
290 Rotunda (Oval) em frente p/ Alameda Infante D. Henrique-Rua João Paulo II
100 94.1 15:12 15:05
277 À esq. p/ Rua Dr. Augusto Mirrado Pessoa
100.4 93.7 15:13 15:05
269 À esq. p/ Castelo Branco, N3
100.5 93.6 15:13 15:05
190 Ponte s/ Ribeira de Paia Fomes
101.8 92.3 15:15 15:07
150 Ponte s/ Ribeira das Eiras - Concelho de Gavião
103.5 90.6 15:18 15:10
247 Furtado 105.5 88.6 15:21 15:13
282 À dta. p/ Gavião - Belver, N244
106.5 87.6 15:23 15:14
224 Separadores (A23) em frente p/ Gavião, N244
108.8 85.3 15:26 15:18
211 Domingos da Vinha 109.6 84.5 15:28 15:19
194 Arriacha Cimeira 110.7 83.4 15:29 15:21
144 Belver 113 81.1 15:33 15:24
62 Ponte s/ Rio Tejo Início subida / Début col
114.6 79.5 15:35 15:26
253 Rotunda em frente p/ Abrantes
118.4 75.7 15:41 15:32
263 PM 3ª cat. / Col 3ème cat. - Gavião
118.7 75.4 15:42 15:33
268 Rotunda à esq. p/ centro
118.8 75.3 15:42 15:33
281 Rotunda à esq. p/ centro, Rua Dr. Eusébio Leão
119 75.1 15:42 15:33
280 Rotunda à dta. p/ Castelo Branco, Rua Dr. Dias Calazans
119.2 74.9 15:43 15:33
230 À esq. p/ Castelo Branco, N118
120.5 73.6 15:45 15:35
271 Separadores (Comenda) em frente
127.6 66.5 15:56 15:46
281 Separadores em frente p/ Nisa - Ponte s/ IP2, N364
136.9 57.2 16:11 16:00
275 Arez 139.4 54.7 16:15 16:04
287 Nisa 146.6 47.5 16:26 16:14
300 Rotunda à esq. p/ Castelo Branco, N18
147.3 46.8 16:27 16:15
135 Ponte s/ Ribeira de Nisa Início subida / Début col
154.2 39.9 16:38 16:26
326 PM 4ª cat. / Col 4ème cat. - Serra de S. Miguel
159 35.1 16:46 16:33
90 Ponte s/ Rio Tejo - Vila Velha de Rodão
163.5 30.6 16:53 16:40
95 Meta Volante - Vila Velha de Rodão
165 29.1 16:55 16:42
88 Rotunda em frente p/ Castelo Branco, N18
165.4 28.7 16:56 16:43
94 Coxerro Início subida / Début col 168 26.1 17:00 16:47
336 À dta. p/ Castelo Branco, N3
177.7 16.4 17:15 17:01
368 Rotunda em frente p/ Castelo Branco
179.3 14.8 17:18 17:03
412 PM 4ª cat. / Col 4ème cat. - Retaxo-Cebolais de Cima
181.3 12.8 17:21 17:06
380 Rotunda à esq. p/ Castelo Branco, N3
183.5 10.6 17:24 17:10
382 Rotunda à dta. p/ Castelo Branco, N3
183.6 10.5 17:24 17:10
370 Rotunda à dta. p/ Castelo Branco Este
186.9 7.2 17:30 17:15
319 Rotunda em frente p/ Castelo Branco
190.2 3.9 17:35 17:20
364 À esq. p/ Castelo Branco
191.8 2.3 17:37 17:22
379 Rotunda em frente p/ Av. da Carapalha
192.3 1.8 17:38 17:23
386 Rotunda em frente p/ Av. da Carapalha
192.7 1.4 17:39 17:24
399 Rotunda à esq. p/ Av. da Carapalha
193 1.1 17:39 17:24
407 Rotunda em frente - Ponte s/ Linha Férrea
193.3 0.8 17:40 17:24
407 Rotunda à esq. p/ Rua Poeta João Roiz
193.4 0.7 17:40 17:25
403 Rotunda à dta. p/ Av. Nuno Álvares
193.7 0.4 17:40 17:25
403 Meta Final / Arrivée: Castelo Branco - Av. Nuno Álvares
194.1 0 17:41 17:26
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